No último sábado (17), Flávio Bolsonaro recebeu o título de cidadão soteropolitano durante um evento no Farol da Barra, em Salvador. Apesar da suspensão temporária da cerimônia, uma liminar judicial permitiu a entrega do prêmio.
Cerimônia de entrega do título
No último sábado (17), Flávio Bolsonaro, candidato à presidência pelo PL, recebeu o título de cidadão soteropolitano em uma cerimônia realizada no Farol da Barra, em Salvador. A entrega do título foi inicialmente cancelada pela Justiça da Bahia, mas uma liminar foi concedida no mesmo dia que permitiu que a cerimônia ocorresse conforme o planejado.
Durante o evento, que contou com uma passeata que partiu do Cristo da Barra, Flávio expressou sua satisfação e responsabilidade em receber tal homenagem. Ele destacou o papel do cidadão em tempos de crise e enfatizou a urgência das mudanças que pretende implementar caso vença as eleições.
A cerimônia contou com a presença de diversas autoridades, incluindo o prefeito de Salvador, Bruno Reis, e outros políticos influentes na região. O título foi entregue pelo vereador Cézar Leite, também do PL.
Compromissos de campanha de Flávio Bolsonaro
Além de receber o título de cidadão, Flávio Bolsonaro aproveitou a ocasião para detalhar algumas de suas promessas de campanha. Uma das principais delas refere-se à construção da ponte Salvador-Itaparica, que, segundo ele, ‘não sai do papel’ e representa uma esperança para o desenvolvimento da região. A ponte, prevista para ter 12,4 quilômetros de extensão, é parte de um projeto que integra o Sistema Rodoviário Ponte Salvador–Ilha de Itaparica (SRPSI) e teve suas obras iniciadas em julho.
Flávio afirmou: “Toda eleição eles prometem que vão entregar. Eu vou vir aqui inaugurar, junto com vocês, porque no meu governo não vai ter obra inacabada”. O investimento estimado para a construção da ponte é de cerca de R$ 12 bilhões, incluindo recursos públicos e privados.
Outros compromissos mencionados pelo candidato incluem a implementação da castração química para estupradores e a classificação de organizações criminosas, como o PCC, como organizações narcoterroristas. Ele também propôs penas severas para delitos menores, como o furto de celulares, que poderia resultar em penas de até oito anos.



